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A inteligência emocional na formação de um líder de sucesso

Data de publicação: 14/11/2018

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Você acha que para ser um bom líder, basta ter um QI alto?

No livro “LIDERANÇA: A inteligência emocional na formação de líder de sucesso”, o autor Daniel Goleman, um psicólogo PHD formado em Harvard e autor do Best-seller Inteligência Emocional, mostra que para cargos de liderança é preciso muito mais que um alto QI.

É preciso ter o que ele chama de QE (Quociente Emocional) ou inteligência emocional. Pesquisas comprovaram que gerentes com alta inteligência emocional chegaram a superar 20 vezes os resultados de outros gerentes.

A inteligência emocional, tem 4 características principais: A autoconsciência e a autogestão dependem de voltarmos a atenção para dentro, já a empatia e a habilidade social, são as bases para lidar bem com os relacionamentos e requerem uma atenção forte nos outros.

Autoconsciência

A Autoconsciência é o primeiro componente da inteligência emocional e significa uma compreensão profunda das próprias emoções, forças, fraquezas, necessidades e impulsos. As pessoas com autoconsciência forte não são nem críticas demais nem irrealisticamente esperançosas.

Essas pessoas conhecem suas limitações e forças e se sentem à vontade conversando sobre elas com frequência, demonstrando avidez pela crítica construtiva. Por outro lado, pessoas com autoconsciência baixa interpretam a mensagem de que precisa melhorar como uma ameaça ou sinal de fracasso.

Autogestão

A autogestão ou autocontrole é o componente da inteligência emocional que nos liberta de sermos prisioneiros de nossos sentimentos. As pessoas com muito autocontrole, possuem mau humor e impulsos emocionais como todas as outras, mas encontram meios de controlá-los e até mesmo de canalizá-los de formas úteis.

Muitos problemas que surgem nas empresas são em função do comportamento impulsivo das pessoas que não têm controle de suas emoções.

Empatia

A empatia é a dimensão mais reconhecida da inteligência emocional. Ter empatia significa levar em conta os sentimentos dos funcionários junto com outros fatores no processo de tomada de decisões.

Quando se tem empatia, um líder chama a atenção do funcionário de uma forma que não irá ferir seus sentimentos. Assim, será sempre facilmente compreendidopodendo fazer críticas construtivas sempre que necessário.

Habilidade social

A Habilidade social envolve a capacidade de uma pessoa se relacionar com o outro. Pessoas socialmente hábeis tendem a ter um amplo círculo de conhecidos e têm um dom para chegar a um denominador comum entre pessoas de todos os tipos – dom para desenvolver afinidades.

Isso não significa que tenham contatos sociais constantes, significa que atuam segundo o pressuposto de que sozinho não se realiza nada importante. Tais pessoas têm sempre uma rede de contatos disponível quando chega a hora da ação.

 

6 ESTILOS DE LIDERANÇA

O líder que possui um estilo de liderar que afeta positivamente o cliente, obtém resultados financeiros superiores aos demais. Existem 6 estilos de liderança, porém os 4 últimos apresentados aqui não costumam trazer bons resultados.

Líderes visionários/autoritários: Mobilizam as pessoas rumo a uma visão. Eles motivam os colaboradores ao deixar claro como o trabalho deles se enquadra num objetivo maior para a organização. Pessoas que trabalham para tais líderes entendem que o que fazem realmente importa.

Líderes afiliativos: Criam vínculos emocionais e harmonia. Eles se esforçam para manter os funcionários contentes e criar harmonia entre eles. Gerenciam desenvolvendo fortes vínculos emocionais e depois colhe frutos desta relação.

O líder afiliativo oferece amplo feedback positivo proporcionando uma sensação de reconhecimento pelo trabalho bem feito.

Líderes democráticos: Obtém consenso pela participação e deixam que todos participem, de alguma forma, das decisões. Desta forma, eles aumentam a flexibilidade e responsabilidade da equipe.

Líderes coach: Desenvolve pessoas para o futuro. Quando um funcionário sabe que seu chefe o observa e se importa, ele se sente à vontade para experimentar pois sabe que receberá feedback positivo.

Além disso, o feedback constante garante que as pessoas saibam o que se espera delas e como o seu trabalho se enquadra numa estratégia ou visão maior.

Líderes marcadores de ritmo: Esperam excelência e autodireção. Eles são obcecados em fazer as coisas melhor e mais rápido e esperam o mesmo de todos a sua volta. Rapidamente apontam o mal desempenho e exigem mais dos funcionários os quais, se não corresponderem, são substituídos por outros.

O problema é que tal estilo não melhora os resultados e destrói o clima na empresa. As pessoas se sentem esmagadas por este chefe e acabam tendo resultados piores.

O líder marcador de ritmo acha que as pessoas não são capazes e acaba ficando obcecado por saber detalhes de tudo o que as pessoas estão fazendo, praticando assim a chamada microgerência. Este tipo de líder fica muito presente no dia-a-dia das pessoas e tarefas, porém quando ele se ausenta os colaboradores não sabem como fazer as coisas sem ele.

Estes líderes costumam ser “perfeccionistas” e normalmente se fixam nas falhas das pessoas. Eles só dão notas ruins e nunca elogiam um bom desempenho. Pesquisas de estilo de liderança constatam que os perfeccionistas exercem um impacto negativo no estado emocional e desempenho de seus subordinados diretos.

Líderes coercivos: Exigem o cumprimento imediato das tarefas e tomam as decisões de cima para baixo sem dar liberdade para qualquer pessoa opinar. Este estilo é o menos eficiente de todos.

A importância do humor do líder

O Humor do líder é um fator que afeta muito no desempenho da equipe e resultados financeiros. Ele é contagioso, sendo transmitido de forma rápida para a equipe.

Para melhorar seu estilo de liderança uma sugestão é pensar em quem você deseja ser, em como você é agora e depois pensar em como você faz para mudar.

Uma forma comprovada de mudar os hábitos é se imaginar fazendo as coisas da maneira certa, se imaginar mudando as atitudes. Quando você se imagina fazendo algo em detalhes, seu cérebro ativa as mesmas células envolvidas em realizar a ação, até que em algum momento, o hábito se torna automático.

Fazer a mudança acontecer, requer prática e a razão está no cérebro. É preciso fazer e refazer, repetidas vezes, para romper velhos hábitos neurais.

Fonte: Donuz 

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